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2006-09-24

Pouco parking para as ambulâncias

É oficial: Portugal tem o terceiro maior parque de automóveis da Europa. Agora com o brio nacional espicaçado por esta honrosa posição a tendência autista vai continuar em alta e, em breve, estaremos no primeiro lugar no ranking mundial ex-aequo com os EUA, logo, na esteira do general vesgo (R.E. , que na EAM - era antes dos morangos - no século passado, portanto, num axioma soberbo disse "temos que construir o futuro") há que construir mais e mais quiolmetragem de auto-estradas e estradas (ocupam neste momento 10% do território nacional) e parkings. Um novel ministro das Obras Públicas do nosso novo socialismo in progress já anunciou que o objectivo era construir mais de 300 km de estradas por ano (Bem haja!) Assim, provavelmente, 15% do território nacional dentro de alguns anos será ocupado pela rede de estradas. Outros 15 % do tn, graças à luminosa obscuridade dos negócios camarários e afins, será para estádios de futebol. O resto loteado para urbanizações.
É assim, bela e constante, a ocupação do espaço.

Contudo alguns pontos neste luminoso panorama merecem alguma atenção.
Ponto Um: as ambulâncias
Ponto Dois: as pernas.

Com efeito, num país de doentinhos e de choronas oficiais, haverá pouco parking para as ambulâncias.
Chama-se a atenção dos nossos mentores de consciência, os bombeiros, para esse facto.

E quanto à perna colectiva, a perna portuguesa? Que lhe estará acontecendo? De tão pouco andar vai-se atrofiando. Mas sejamos optimistas, e confiemos no desenvolvimento, talvez, no futuro, esse ridículo apêndice, (uma obscolecência evolutiva) será eminentemente substituível por próteses tecno-orgânicas. Um pé de porco articulado com um cérebro de couve, quiçá (para os nature-organic) ou um novo selector de botões com onico-motilidade acrescentada pra os mais tecno-oriented?

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